Esclerose Múltipla (EM) / Terapia de Células-Tronco

Encontre o melhor tratamento de células-tronco para Esclerose Múltipla (EM)

A Unique Access fornece acesso a um extenso protocolo de tratamento para Esclerose Múltipla (EM) que utiliza alta quantidade de células-tronco, extensiva reabilitação e muitas terapias de suporte e suplementos. Esta combinação eficaz das mais avançadas tecnologias médicas com medicina funcional tem ajudado pacientes a alcançar melhorias significativas.

Por que as Células-Tronco funcionam para Esclerose Múltipla (EM)?

Uma extensa pesquisa de vários organismos de pesquisa ao longo da última década levou à conclusão de que transplante de células-tronco é a modalidade de tratamento mais promissora não só para melhorar a condição e prevenir complicações secundárias, mas também para reverter os danos neurológicos.

Além disso, as células tronco regulam a resposta do sistema imunológico contra as células nervosas e liberam fatores de crescimento que promovem o crescimento celular, diferenciação, e estimulam as células-tronco do cérebro a acelerar o processo de recuperação.

Mecanismos

Pesquisa publicadas recentemente mostraram que o tratamento com células-tronco mesenquimais (CTM) são um potencial remédio para pacientes com esclerose múltipla (EM).

Os mecanismos de células-tronco mesenquimais (CTM) para a esclerose múltipla (EM) são baseados nos seguintes aspectos:
(1) As células tronco mesenquimais (CTMs) exercem as suas funções imunomoduladoras em diversas células imunológicas incluindo células T, células B, células NK e células dendríticas (CD). As células tronco mesenquimais (CTM) por um lado induzem a que célula  T periféricas tolere às proteínas da mielina, assim, reduzindo a migração de células T patogênicas para o sistema nervoso central e, por outro lado, regressam para o SNC onde preservam axônios e reduz a desmielinização.
(2) As células-tronco mesenquimais (CTMs) podem proteger os axônios e melhorar a sobrevivência neuronal, possivelmente através de efeitos anti-apoptóticos, efeitos anti-oxidantes, ou a liberação de fatores tróficos.
(3) As células-tronco mesenquimais (CTMs) podem induzir neurogênese endógena e oligodendrogenesis.
(4) As células-tronco mesenquimais (CTMs) podem diminuir a produção de citocinas pró-inflamatórias e quimiocinas.
(5) As células-tronco mesenquimais (CTMs) também parecem reduzir a formação de cicatrizes glióticas – gliosis representa um grande obstáculo à reparação espontânea.

Melhorias

Único Access fornece pacientes da esclerose múltipla (MS) o acesso aos tratamentos inovadores, utilizando a combinação de terapia com células-tronco, terapias de suporte e reabilitação. Eles têm mostrado sinais visíveis de melhorias do desenvolvimento motor e coordenação, aumento da força e tônus muscular, melhora do equilíbrio e coordenação, visão, memória e cognição. Além disso, foi observada uma redução na progressão da doença após o tratamento.

Pacientes com Esclerose Múltipla (EM) tratados com células-tronco geralmente observam melhorias nas seguintes áreas:

  • Função motora
  • Sensibilidade
  • Equilíbrio
  • Coordenação
  • Dor Neuropática
  • Fadiga
  • Visão
  • Tremores
  • Controle da Bexiga e do Intestino e mais

Nossa Promessa

Acreditamos que sempre há uma esperança real e que os pacientes merecem ter acesso a um tratamento eficaz e seguro.

Somos independentes, com um departamento médico interno.

Combinamos o serviço de hospitais internacionalmente reconhecidos com tratamentos de última geração, produtos únicos e serviços que são integradores e eficazes para assegurar que o tratamento tenha o melhor resultado possível.

Células Tronco

Sobre as Células Tronco que utilizamos, garantimos que o paciente receba a célula tronco correta e necessária no que diz respeito a qualidade, quantidade e viabilidade. Nosso parceiro exclusivo de pesquisas garante uma viabilidade celular de 95%, sendo que muitas injeções chegam a supreendente viabilidade de 98%-99%

Hospital Associado

O tratamento será realizado em um hospital terceirizado reconhecido internacionalmente, e não em um hotel ou uma clínica. Isto é importante para a segurança e cuidado do paciente, já que o paciente terá acesso a todos os departamentos especializados e a todos os médicos especialistas, o que aumentará a eficácia de tratamento.

Terapias de Apoio & Remédios

Garantimos que o paciente receba os medicamentos, terapias de apoio, reabilitação, desintoxicação e programas de aumento do sistema imunológico necessários para tirar o maior proveiro das células-tronco
 
  • Oxigenoterapia hiperbárica (OTH)
  • Acupuntura
  • Terapia Aquática
  • Tratamento de Fisioterapia
  • Terapia Ocupacional
  • Estimulação Magnética Transcraniana (EMT)
  • Tratamento de Oxigenação
  • Gotas de Vitamina por Injeção Intravenosa
  • Suplementos que Aumentam o Sistema Imunológico (ex. GcMAF)
  • Planos de Dieta Especializados & Consultas

O que é a Esclerose Múltipla (EM)?

A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença neurológica comum e uma das principais causas de deficiência, afetando particularmente os jovens adultos. É caracterizada por manchas de danos que ocorrem em todo o cérebro e na medula espinhal, com perda das bainhas de mielina – o material isolante em torno de fibras nervosas que permite a condução normal dos impulsos nervosos. A esclerose múltipla (EM) afeta mais de duois milhões de pessoas em todo o mundo e mostra uma clara tendência de género, com as mulheres sendo afetadas duas vezes mais que os homens.

A etiologia da Esclerose Múltipla (EM) ainda é desconhecida; pensa-se geralmente que a doença se desenvolve em indivíduos geneticamente suscetíveis como resultado de uma resposta auto-imune dirigida contra componentes da mielina. Considerou-se que um agente ou evento ambiental (vírus, bactérias, produtos químicos, a falta de exposição ao sol) atua em conjunto com uma predisposição genética específica para resultar na disfunção imunológica.

Maneiras com que a Esclerose Múltipla afeta o corpo

A esclerose múltipla (EM) afeta adultos, principalmente jovens e leva a um comprometimento físico e cognitivo grave. A esclerose múltipla (EM) segue um curso recorrente-remitente (RR) em 85% e um curso progressivo primário (PP) em 15% dos pacientes. Na maioria dos pacientes com RR, progressão secundária (PS) ocorre depois de um intervalo médio de 19 anos, com a persistência recidivas em 40% dos casos.

No geral, pacientes com Esclerose Múltipla (EM) perdem a capacidade de caminhar de forma independente em uma idade mediana de 63 anos, mas 1-3% dos pacientes sofrem da forma maligna da esclerose múltipla (EM) e chegam a este nível de deficiência em apenas algumas semanas ou meses. A Esclerose Múltipla (EM) também leva a distúrbios visuais, perda da sensação, fala e disfunção para engolir, intestino e incontinência urinária e disfunção eréctil.

Os melhores tratamentos com células-tronco disponíveis via tratamentoscelulastronco.com

References

  • National Institute of Neurological Disorders and Stroke. November 19, 2015.

“NINDS Multiple Sclerosis Information Page”. Retrieved 6 March 2016.

  • Compston A, Coles A (October 2008).

Compston A, “Multiple sclerosis”. Lancet. 372 (9648): 1502–17. doi: 10.1016/S0140-6736(08)61620-7. PMID 11955556.

  • Tsang BK, Macdonell R (December 2011).

“Multiple sclerosis- diagnosis, management and prognosis”. Australian family physician. 40 (12): 948–55. PMID 22146321.

  • Berer K, Krishnamoorthy G (April 2014).

“Microbial view of central nervous system autoimmunity”. FEBS Letters. S0014-5793 (14): 00293–2. doi:10.1016/j.febslet.2014.04.007. PMID 24746689.

  • Milo R, Kahana E (March 2010).

“Multiple sclerosis: geoepidemiology, genetics and the environment”. Autoimmun Rev. 9 (5): A387–94.
doi: 10.1016/j.autrev.2009.11.010. PMID 19932200.

  • Cohen JA (July 2009).

“Emerging therapies for relapsing multiple sclerosis”. Arch. Neurol. 66 (7): 821–8. doi: 10.1001/archneurol.2009.104. PMID 19597083.

  • Marrie RA (December 2004).

“Environmental risk factors in multiple sclerosis aetiology”. Lancet Neurol. 3 (12): 709–18. doi: 10.1016/S1474-4422(04)00933-0. PMID 15556803.

  • Pugliatti M, Sotgiu S, Rosati G (July 2002).

“The worldwide prevalence of multiple sclerosis”. Clin Neurol Neurosurg. 104 (3): 182–91.
doi: 10.1016/S0303-8467(02)00036-7. PMID 12127652.

  • Edward T. Bope; Rick D. Kellerman (22 December 2011).

Conn’s Current Therapy 2012: Expert Consult – Online and Print. Elsevier Health Sciences. pp. 662–. ISBN 1-4557-0738-4.